Perfil de House of Cards no Twitter faz piada sobre situação política no Brasil: "Tá difícil competir"

Post foi feito após a divulgação dos áudios envolvendo Michel Temer e Aécio Neves

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  • Do R7
House of Cards: perfil da série brincou com situação política nacional
House of Cards: perfil da série brincou com situação política nacional Divulgação

O Brasil vive em eterno clima de reviravolta política desde o afastamento da presidente Dilma Roussef, em 2016. Há um ano, não passamos um dia sem alguma notícia bombástica envolvendo as figuras mais poderosas da República.

É tanta novidade e surpresa, que nem o roteirista mais criativo de Hollywood conseguiria superar o enredo que rege a política nacional. Não à toa que, na noite de ontem, o perfil da série House of Cards no Twitter fez uma piada após a bombástica divulgação de que Michel Temer e Aécio Neves haviam sido grampeados pelo dono da JBS, Joesley Batista. "Tá difícil competir", dizia a frase.

A Netflix Brasil complementou a brincadeira dizendo que precisaria de 20 roteiristas premiados para fazer uma versão brasileira de House of Cards.

A série estrelada por Kevin Spacey e Robin Wright é um drama político que acompanha um congressista americano com ambições de ser um líder mundial.

Entenda o caso

Em reportagem divulgada pelo jornal O Globo na noite de quarta (17), o empresário da JBS conta a Temer que estava pagando Eduardo Cunha, preso desde outubro do ano passado, uma mesada para não fazer nenhum tipo de denúncia. O presidente teria respondido: "Tem que manter isso, viu?".

Já Aécio Neves, teria pedido R$ 2 milhões para pagar despesas da sua defesa na Lava Jato. Um trecho do diálogo foi revelado pelo Globo. "Se for você a pegar em mãos, vou eu mesmo entregar. Mas, se você mandar alguém de sua confiança, mando alguém da minha confiança", ofereceu Joesley.

“Tem que ser um que a gente mata ele antes de fazer delação. Vai ser o Fred com um cara seu. Vamos combinar o Fred com um cara seu porque ele sai de lá e vai no cara. E você vai me dar uma ajuda do c…”, teria respondido Aécio.