Fabiano de Abreu lança livro Viver Pode Não Ser Tão Ruim em universidade de Angola

Escritor também foi convidado em três programas de TV para falar sobre obra

Escritor divulgou livro na maior universidade do país
Escritor divulgou livro na maior universidade do país Luther King / MF Press Global

Fabiano de Abreu é escritor, filósofo, assessor de imprensa, jornalista e dono da MF Press Global, e lançou na terça-feira (18), o livro Viver Pode Não Ser Tão Ruim, na Universidade Gregorio Semedo, em Luanda, capital da Angola, na África.

A universidade é a maior da África. O evento contou com a presença do reitor, alunos, professores, celebridades e a imprensa local.
— A biblioteca estava cheia, com muitos alunos. O pessoal gostou, interagiu e fiquei muito feliz. Um professor de psicologia da universidade estava presente e elogiou muito o livro e a palestra, assim como o reitor da Universidade Gregorio Semedo.

O escritor foi acompanhado de Jennifer de Paula, correspondente internacional no país. A palestra de Fabiano é motivacional, mas também trata de política, cultura, profissão e família, como ela explica.

— Nós trouxemos essa palestra do Brasil com o objetivo de mostrar às pessoas que elas podem crescer profissionalmente ouvindo as experiências de vida de outras pessoas e frases motivadoras que constam no livro do Fabiano. Já abordamos diversos temas, desde a política, música, cultura, áreas profissionais, futuro e a família, porque achamos que é isso que envolve o nosso mundo e toda a nossa vida. São temas diferentes sobre os quais precisamos aprender muito.

Fabiano também foi convidado para participar de três dos maiores programas de TV de Angola, para falar sobre o livro. Ele participou do programa Hora Quente, TV Zimbo e A Tarde É Nossa. Ele conta que não esperava ser tão bem recebido e que sua ida ao país passaria despercebida.

— Não esperava tanta recepção, achei que ia vir lançar o livro e ir embora. Quando fui ver tinha motoristas, pessoas para me guiar e fui convidado para os três maiores programas do país: um de manhã, outro à tarde e outro à noite. Choveu angolanos em meu Facebook mandando mensagens carinhosas. Incrível como eles valorizam a cultura aqui me convidando e transmitindo tudo isso. Eles são curiosos, querem saber e, para mim, curiosidade é algo de tamanha inteligência. Os curiosos buscam obter conhecimento. Quero agradecer a Elaine Ranzatto por tudo o que fez por mim aqui e a todos os angolanos. Teria que listar muitos nomes, mas vou agradecer a todos pessoalmente e espero vê-los sem que falte um sequer no lançamento. Saio de Angola feliz pois aprendi muito aqui, com esse povo, e saio feliz com o carinho recebido.

O livro transparece os pensamentos de Fabiano e as situações que ele já passou na vida.

— O livro trata de todo tipo de tema e situação, coisas que passavam em minha cabeça, coisas que eu via ou vivia e transportava para o papel. Em minha vida conheci muita gente, por 10 anos fui importador viajando o mundo e hoje em dia assessor artístico, ambos os meios se conhece muita gente o todo tempo. Temos pedras no caminho todo tempo, viver é uma guerra, não chamaria de viver e sim sobreviver, sobrevivemos com o peso de termos que ser melhor em tudo que fazemos e com o peso da obrigação financeira para conduzir uma vida. A vida pode ser maravilhosa se nós quisermos que seja maravilhosa, tudo é resultado de escolha e atitudes, não podemos ser simplesmente livres fazendo o que der e o que pode, temos que saber jogar o jogo da vida e manipular a nós mesmos meios e artifícios para ter uma vida melhor. O fato de sobreviver não quer dizer que não podemos viver nesta sobrevivência. Temos que aprender a viver na sobrevivência.