Viagens Passagens aéreas são vendidas em carnê sem cartão de crédito

Passagens aéreas são vendidas em carnê sem cartão de crédito

Se a antecedência for de um ano, a dívida poderá ser parcelada em 12 vezes

Saiba como comprar passagens aéreas sem cartão de crédito, comprovação de renda ou consulta ao SPC e Serasa

Por enquanto, a empresa só trabalha com voos nacionais

Por enquanto, a empresa só trabalha com voos nacionais

Getty Images

Na hora de planejar as tão sonhadas férias ou aquela viagem em feriados prolongados, a compra das passagens aéreas pode dificultar a viagem de quem não tem limite suficiente no cartão de crédito, não pode comprovar renda ou que está com o nome sujo.

Foi pensando nessas pessoas que a empresa Vai Voando resolveu criar uma espécie de “carnê” de passagens aéreas, modelo de compra que ficou famoso no setor de eletrodomésticos.

Para comprar as passagens, o cliente só precisa contatar a empresa e pagar os boletos mensalmente, diz o diretor da Vai Voando, Luiz Andreaza.

— A Vai Voando sempre pode dizer sim para o cliente. Nós somos a única empresa que trabalha com esse conceito de compra programada para turismo. Você viaja sem dívida, sem usar o limite do seu cartão e sem se preocupar.

Segundo Andreaza, o foco da empresa é atender ao público das classes D e E, pessoas de comunidades e da periferia.

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Como funciona o pagamento?

Podem ser feitas até 12 parcelas, mas isso vai depender da data da viagem e de quando ela foi comprada. A dívida precisa estar quitada, no máximo, até uma semana antes da viagem. Ou seja, quanto maior a antecedência da compra, mais parcelas para dividir.

Por exemplo, se uma pessoa sabe que vai tirar férias daqui há seis meses, pode pagar em seis vezes. Se a antecedência for de um ano, a dívida poderá ser parcelada em 12 vezes.

Como a compra, na maioria dos casos, é feita com muita antecedência, é possível que algum imprevisto aconteça com o viajante. Nesse caso, existe a possibilidade de mudar a data das passagens, pagando apenas as taxas cobradas pela empresa aérea.

Caso o cliente tenha algum problema financeiro, também é possível flexibilizar o pagamento de quase todas as parcelas, com exceção da primeira e da última. Essa renegociação é feita sem a cobrança de juros.

— Apesar dessa facilidade, a inadimplência é baixa, em torno de 3%, na média. No máximo, registramos 5% de atraso.

Por enquanto, a empresa só trabalha com voos nacionais, mas os planos, afirma Andreaza, são de expandir o negócio para os principais destinos internacionais buscados por brasileiros: América do Sul e Estados Unidos, principalmente Disney.

Fundada em 2009, a empresa já embarcou cerca de 282 mil pessoas.

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